Sobre mim
Meu nome é Raissa e eu sou a Professora Sem Neura.
Desenho experiências de aprendizagem e crio percursos formativos criativos, acessíveis e possíveis, pensados para contextos reais. Acredito que aprender não é apenas cumprir conteúdos, mas viver experiências que fazem sentido, despertam curiosidade e respeitam diferentes formas de aprender.
Sou mestranda em Educação, pedagoga, especialista em design educacional e inclusão, e trabalho há mais de dez anos na educação, entre a sala de aula, a educação inclusiva, os cursos técnicos e a formação docente. Foi nessa trajetória que compreendi que boas experiências de aprendizagem não acontecem por acaso... elas são estrategicamente desenhadas. E que inclusão não é adaptação de última hora, mas parte intencional do próprio desenho da experiência de aprendizagem.
O Professora Sem Neura é o espaço onde compartilho reflexões, estratégias e práticas sobre aprendizagem criativa, design educacional e experiências que engajam sem sobrecarregar. Meu foco é ajudar professores e instituições a compreenderem a aprendizagem como experiência: mais envolvente, mais humana e menos exaustiva. Aqui, a inclusão não aparece como exceção ou ajuste, mas como resultado natural de um bom desenho estratégico de aprendizagem.
Sou uma mulher autista, e essa vivência atravessa meu trabalho de forma estruturante: atenção à diversidade de pensamento, cuidado com a sobrecarga e compromisso com aprendizagens que não exigem que ninguém se encaixe para participar.
Se você acredita que ensinar pode ser criativo sem ser caótico, se busca pensar suas aulas ou treinamentos para além do improviso e do excesso, e entende que aprender é uma experiência, este espaço é para você.


Propósito
Desenhar experiências de aprendizagem criativas, acessíveis e possíveis, que façam sentido para pessoas reais, respeitem a diversidade de formas de aprender e transformem a inclusão em consequência - não em remendo.
Contribuir para uma cultura de aprendizagem mais humana, intencional e sustentável, onde ensinar e aprender não sejam sinônimo de sobrecarga, exclusão ou improviso, mas de experiências bem desenhadas, com sentido e participação real.


